Trabalha o poeta incansavelmente

Mede palavras,

escande sílabas,

planeja sonetos...

Os quartetos e os sextetos.

E os dodecassílabos?

São músicas matemáticas

Pensa e repensa

temas importantes

Quando condescende em brincar

Nem de leve brilha o seu sorriso

Maroto o canto da boca nunca fica

Dissonâncias não entram em seu esquema

Os vocábulos chulos e gírias rechaça

O caso é sério e o poeta é grave

Premiado e louvado nas academias

Mas resignado em ser

Absolutamente vazio e sem graça!

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Comentário de maria jose zanini tauil em 19 fevereiro 2020 às 22:02

Verônica, querida amiga! Que honra ser lida por ti! na verdade, eu quis dizer que o perfeccionista em excesso, no fundo é um chato solitário.

Comentário de Veronica de Nazareth-Noic@ em 14 fevereiro 2020 às 18:21

Amada Jô...

ao ler-te novamente, recuperei um fôlego que só tive nos nossos bons e antigos tempos. Porém, tudo sempre vivo nas lembranças e suspiros com olhos quase cerrados, como que dando força e vida à cada vivência nossa. E, aqui em mim, maroto ficou, sim, o canto da boca, pelos teus lindos versos.

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