Desperdiçar-te em noites insones,
No peito apertado e estéril,
É como deixar-te à deriva, em pleno mar revolto,
Em ondas que tragam ferozmente,
Esse amor incompreendido pelo mundo...
(- nada traduz o pensamento alheio – nada!).

Cada pedaço desesperado,
Dessa tua nau partida em farrapos,
Devora as margens da minha incompreensão insensata,
Que não se deixa levar,
Pelas ondas agigantadas das impossibilidades.

Não mais ouso questionar o que virá,
Depois de ti....( - não há - )...
Depois de nós...( - jamais existirá - )...

O agora é substancial.

Hoje,
Regressando ao meu silêncio,
Companheiro incessante desses dias vindouros,
Vejo-te arcado por sobre tuas inimagináveis eloquências.

E quase que me confesso, inadvertidamente,
Numa sentença pueril e ingênua que nasce do meu íntimo:

Tu és o rio que desemboca no mar da minha amplidão...

( - ficando assim - quando dizes amar-me sem reservas...).

Angela Lazzari

(Aos vinte e quatro dias do mês de Maio de 2017).

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Comentário de Lu Barreiro em 8 agosto 2017 às 13:07

Lindo!

Comentário de Angela Regina Lazzari em 25 maio 2017 às 12:07

Obrigada Jô!! Um grande beijo!

Comentário de Angela Regina Lazzari em 25 maio 2017 às 12:01

Obrigada Aninha!!! Beijos.

Comentário de Ana Pires Brandau em 25 maio 2017 às 8:35

Lindo, Angela!Beijos.

Comentário de maria jose zanini tauil em 25 maio 2017 às 0:44

Ma ra vi lhoso, com o selo Lazzari de qualidade.
Beijinhossssssssss

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