Solidão
Mesmo aqui, em tuas mãos
Onde o perdão vêm carregado de lágrimas e um coro de anjos, sinto-me fraco

À reação do óbvio, Fluoroacetato de sódio
Onde o sol não toca e sobrevive o ócio
Sinto a revolução depressiva do meu ser

O amor é lindo, regado à vinhos e sorrisos tristes
Uma vida que sonhei, sonho, mas não resiste
A distância que me ataca
A tristeza que me mata
Um abraço, ácido, mais nada.

Resta esperar para que a vida venha-me de encontro
Seus sorrisos me deixem menos rancoroso
Espero carícias e um beijo longo
Aguardo teu semblante, de novo e de novo
Ao meu colo, revigora meu âmago
Cria em mim novos planos

Seus cabelos cor de fogo ainda assombrarão meus sonhos, em manhãs de sono delongado, prazer imensurável
Serei pra sempre escravo do toque que não me alcança

- Rodrigo Neves

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Comentário de Lucicleide Alves em 10 março 2019 às 11:12
Simplesmente Belo!

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