Nada confesso diante desse silêncio que me vai por dentro.
Tudo seria irreal, caso não fosse o mínimo de uma possibilidade.
O que sinto, transborda...!
Infindável sorriso delineado em teu semblante,
Caso ainda não saibas, toda procura termina no final d’um arco-íris.

Dos meus lábios surge um Poema.
Um verso acolhedor,
Uma rima desenfreada.
Declaração singela de dentro d’alma.

Liberto o meu pensamento que ecoa madrugada adentro,
E ainda que possas ver-me chorando,
Por uma dor que não sei definir,
Peço-te perdão pelo tempo de outrora, que pareceu-nos perdido.

O céu contemplou-nos nessa viagem colorida,
Onde aquieto o meu sono,
E me liberto das tempestades de uma saudade extinta,
Por entre asas flamejantes que se movem protetoras.

Recolho-me em teu coração,
Apaixono-me nesse desafio que é amar-te,
E teço contigo um tapete de estrelas,
Dançando ao vento, no burburinho de extintas folhas outonais...


Retenho uma ínfima sabedoria quando abraço como norte,
Todo o limiar d’um sentimento infinito.
Não seria o acaso.
Tampouco por acaso.

Apenas sei,
Que a luz que norteia tantos caminhos,
É a mesma luz que me invade,
Ao receber o toque profundo de um beijo teu...

Angela Lazzari

(Aos vinte e oito dias do mês de Dezembro de 2017).

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