Meu teto tranquilo, onde confabulam passarinhos;
Cantarolando em festas, sem nenhuma pressa;
Quando à tarde em prece enternece o sol
No recomeçar da lua

Quem compôs estrelas bordadas de promessas
Nos corações dos poetas sonhadores
Terá feito olhos tão encantadores
Que ornam o mundo de cores ao te contemplar

Esqueceu de mim, pobre menestrel;
A traduzir teus traços em versos de paz
No manto de amor que te concebe
Rejubilando minha inspiração

Oh santa! Se soubesse minha devoção
Rogaria aos deuses complacência
De você não me negue o pensar
Onde posso versejar no templo imaginário
Tua existência.

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