Posso esperar
que seus lábios sintam
a falta dos meus,
na embriaguez da alma que chora
a presença de um querer,
nos dias longos
e noites sem fim.

Posso esperar
que seu corpo busque o meu,
nos mais loucos delírios
que sufocam gemidos
no desvario que revela frenesi.

Posso esperar
que desperte da lassidão
que lhe devorou os melhores anos,
e perceba que
perdeu o controle da vida
na insensatez do repente.

Posso esperar aflorar
o sorriso pacificado de quem
nos resíduos do tempo,
já sem beira,
busca implicitamente
um porto para ancorar.

Posso esperar,
que seus olhos inquietos
Busquem-me
na imensidão dos céus
num sonho de amor
num desejo insano de querer!

Posso esperar...

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