poesias para uma linda garota brasileira (1/5)

Eu escrevi cinco poesias para uma linda garota brasileira. Dado que são italiano e infelizmente eu não falo o portugues brasileiro, uma tradutora portuguesa que mora na minha cidade traduziu-las e assim eu decidi de oferecer-las à voces em portugues e em italiano. Eu espero que voces tenham percebido alguma coisa.

Ofereço estes versos para que você saiba o que eu senti por você

Ti dono questi versi affinché tu sappia quello che ho provato per te

I

Analizar o sofrimento,
dos outros, suas mágoas,
com o risco livre de qualquer incerteza,
pelos golpes das épocas passadas,

e acordar indefeso, de repente,
com a ansiedade que me oprime, e a garganta
apertada, sem deixar rasto de um sorriso,
que me bloqueia todo o pensamento, todas as palavras.

Em uma confusão de prazer e angústia,
juntamente com uma atração e aversão,
me imagino, com grande desgosto,
agitado, esperando você, na estação.

E como um garoto cheio de borbulhas
que com a mais linda da escola,
tremendo sai pela primeira vez, ansioso,
com um ridículo nó na garganta

Olho, atrás de um cartaz, escondido,
a passagem dos passageiros, corado
e em minha cara deixo ver meu tolo esconderijo
assim que vejo você, envergonhado.

A você me mostro com toda minha fragilidade,
me mostro com a imagem infeliz
na sua triste inutilidade
de toda uma inteira existência deitada fora.

Quero intensamente lhe abraçar,
mas nem sequer lhe consigo tocar,
pois minha triste alma ferida
me impede de mexer meus braços.

Queria agora que você fosse embora
para nunca mais ver sua linda cara,
mas queria também que você ficasse aqui comigo,
para sempre, com uma infeliz ansiedade transtornado.

Algumas pessoas com sua especial
beleza tocaram, de mansinho, minha
vida para depois desaparecerem e deixarem,
no presente, uma desoladora saudade.
18/VI/2018 – 23/VI/2018

I

Pontificare sulla sofferenza
Degli altri, sulle loro tribolazioni
Dal rischio immune, da ogni incertezza,
Per gli sfregi delle antiche stagioni

E risvegliarmi nudo, all’improvviso,
Con l’ansia che mi opprime e che la gola
Mi serra senza traccia di sorriso,
Che ogni pensiero blocca, ogni parola.

In un tumulto di angoscia e piacere
Insieme, di attrazione ed avversione,
Mi fingo, con mio grande dispiacere,
Agitato, ad attenderti, in stazione,

E come un ragazzino brufoloso
Che con la più carina della scuola,
Tremante, esce la prima volta; ansioso,
Con un ridicolo groppo alla gola

Guardo, dietro a un’insegna nascosto,
Sfilare i passeggeri, paonazzo
In volto lascio il mio sciocco avamposto
Non appena ti vedo, e in imbarazzo

A te, in tutta la mia fragilità,
Mi mostro con l’immagine straziata
Nella sua misera inutilità
Di un’intera esistenza via buttata.

Ti vorrei abbracciare intensamente,
Pure non riesco nemmeno a sfiorarti,
La misera mia anima dolente
M’impedisce di muovere i miei arti.

Vorrei che subito, ora, te ne andassi,
Non vedere mai più il tuo bel volto,
Eppur vorrei che qui con me restassi
Sempre, da un’ansia infausta travolto.

Certe persone, con la singolare
Loro bellezza, han sfiorato la mia
Vita per poi scomparire e lasciare
In dono una struggente nostalgia.

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