Certas coisas não cabem no peito.
E cansa-me toda inútil e vã filosofia.
Minha ausência é tão infinita,
Que a dor pediu passagem.

No labirinto dos meus passos,
Que sequer atingem os teus calcanhares,
Não poderás, jamais,
Calçar os meus sapatos.

Tudo é eternamente errado.
Cansativo.
O que da tua boca sai,
Nem as estrelas conseguem decifrar.

A lua morre todos os dias,
Feiro juras secretas falsas e ridículas.

Por favor,
Apagues a luz...
O coração quer descansar.

A minha verdadeira face,
Só roga por sonhos,
Que são como balas de mel.

Não desperdices tantas palavras fortuitas.
Porque o sorriso morreu no canto dos lábios.

Farta-me tanta incógnita.

Destraves a minha janela:
Lá fora, o ar é mais fresco.

Angela Lazzari

(Aos dezoito dias do mês de Agosto de 2019).

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