e há o teu amor
cravado dentro do peito
retido na palma da minha mão...

e há o teu beijo
suspenso quando morre cada entardecer
repartido na saudade, que acena noite longa...

...e ao pousares teu olhar por sobre o meu,
consegues avivar o sabor doce dos nossos lábios...


no sussurro do teu nome
saboreio a imensidão dest’alma
que no corpo, não cabe...

e há o teu gemido
como lança pontiaguda que me transpassa
no mais profundo das minhas águas....

e há o crepitar do teu desejo ( - como não haver?-)
onde magnificada me lanço todos os dias
rasgando a seda de minhas vestes púrpuras
...este amor imaculado

...e deságuo
deságuo na perfeição do teu compasso
...tod'o tempo...


enraizando a vida,
talhando a conjunção de nossas rimas...

e, galopando como corcel alado,
rendo-me...
em plenitude, em nossas asas libertas...

Angela Lazzari

(Aos vinte e cinco dias do mês de fevereiro de 2018).

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