Dos momentos relâmpagos, da fúria dos sentimentos amordaçados.

Arremessados ao vento, qual sopro de vida

Partirei...

Para saltitar entre as estrelas

Eleger a mais brilhante, debruçada a te olhar...

Pendurar-me nos fios condutores

Interligação do nosso bem querer

Partirei...

Valsando, sobre os círculos de Saturno

Brincar freneticamente, por todo Cruzeiro

Na direção do Sol, que aquecerá o frio de minha alma

Por estar distante dos teus olhos

Partirei...

Das estações sem apito e sem trem

Dividida, em mil pedaços

Prendendo os cacos, dispersos

Nos trilhos trincados desta partida

Partirei...

Num colapso estrelar

Ermitoa, no silêncio da meditação

Na busca incessante.... Arrebatador....

Partirei...

Acolhendo no meu coração

Feito águia nas alturas

Que do alto te procura

Pressentindo

Teu espelho reflexo

Projetado na minha retina

Assim, partirei...

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Comentário de Márcia Fernandes Vilarinho Lopes em 7 outubro 2016 às 0:58

A vida e os sentimentos entre o vir e o partir, em tantos sentimentos que nos fazem volitar, a cada dia, repetindo o ir, o volitar, o partir e o retornar! Amei! Beijos

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