Tenho frases na moradia dos meus desertos.
Frases de saudade, que se vestem com andrajos coloridos.
Letras frias e ocultas.


O reflexo acinzentado dos dias frios, no espelho,
É a minha fuga perfeita.
É a tentativa dolorosa de livrar-me do contorno das nuvens.
São longas visões, abraçadas aos pingos da chuva.

(...Preciso abrir a janela para ver o que ainda existe lá fora...).

Da minha raiva e tristeza diamantizei a palavra amor.
Refugiei-me na melodia que nunca expressei.
Encostei-me à beleza perfeita do desconhecido.

Tudo morre em tuas mãos.


E nada poderei recolher de mim,
Se a tua alma não me for escrita,
Naquele velho e amassado papel couché.

Angela Lazzari

(Aos sete dias do mês de Fevereiro de 2019).

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