Há sempre um luar.
Provindo dos teus olhos.
Pacíficos.
Nítidos.
Luz diante da escuridão,
Em tudo transborda uma razão.

Há sempre um apelo.
Vertido de tuas mãos.
Inquietas.
Incertas.
Gesto precipitado.
Por ti, deveras calculado.

Há sempre um mistério.
Viajante.
Neste desejo teu.
Unido ao meu.

Há sempre um sonho.
Um suspiro.
Um gemido, sem a dor.
Puro Amor.

Há sempre uma ternura.
Que da tua boca sai.
Tão muda.
Tão calada.
Um toque sutil.


São palavras sentidas,
E invariavelmente não ditas.

Há sempre um Silêncio.
Uma Saudade.
Que do meu peito esvai.

Que me invade...
Que transfigura os meus dias...

E que me transforma em tudo aquilo,

Que eu, definitivamente, não quero ser....

Angela Lazzari

(Aos vinte e nove dias do mês de Abril de 2019).

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