Dos horrores noturnos
A insônia a enlouquecer
Deixando a mente alerta
A pensar nos planos que não se cumpriram
Nos sonhos não realizados
No amor que dormira.
O pesadelo de não poder voltar ao tempo
E ficar apenas presa à lembranças.
Sonhando acordada imaginando um conto de fadas
A volta desse tempo que se foi.
Terror noturno
Que estrangula o peito
Que mina a visão
Que fere de ansiedade o coração
Tremula o corpo
Sobressalta a alma em estranhas sensações;
O medo, a solidão.
Dos terrores noturnos
O pânico de estar a sós
E ter ainda assim seu nome preso na voz
Na mente toda tua imagem
Nos poros teu perfume, teu toque
E na alma resquícios de nós.

Paula Belmino

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