NADA SERÁ COMO ANTES

Que solidão errante
Até encontrar-te!

Recordo ainda,
Dentre trêmulas quimeras
Nossas violáceas madrugadas
_sob sonhos que de lágrimas arquejam_,
Na volúpia da dor
Que me envolve...

Hoje,
Na minha cava de silêncio,
Na sombra mais velada,
Busco em vão um sinal teu
Que no in_infinito se debruça,
E tudo rui na febre insana...

Assim,
Num misto de saudade,
De taciturna tortura,
Ó tédio amargo,
Ó velho sonho desterrado!

Marilândia

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