MASCARADAS DEFICIÊNCIAS

Ó Mundo,
Que és o exílio dos exílios,
Como são sinistramente miseráveis
As “Deficiências”
Das cruéis des_esperanças...

Um cego embalde erguendo os cílios,
Mesmo na dor reage com clemência...

Almas feridas, esquecidas
Nos vales das des_ilusões
Vestem mistérios taciturnos,
Com brilho estranho,
Com fervores tantos...

Abafando as queixas implacáveis,
Em doce transporte,
Doce enleio,
Abismos das “Deficiências’
Ironizando as próprias dores,
Cavam dormentes sulcos
Em busca das Esferas calmas...

Marilândia

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