A poesia agoniza meu amor,
sem pão, sem água
Encarcerada e mutilada,
a poesia agoniza.
A salvação da poesia
e de sua simetria,
pasme! Quase heresia!
É a morte do narciso.
Mate esse bicho impreciso
que só cria ilusões...
Mude seu foco, sua mente
o feio também é gente
de sentimento, tem coração.
E o feio que digo não é de aparência,
também pode ser,
mas não em evidência.
O feio é todo desigual!
Que não lhe faz par, nem a ninguém.
Percorre sozinho, carrega espinhos,
sem sombra ou árvores
que lhe dê abrigo.
E nos olhos dele, olha o perigo!
A poesia explode feito vulcão!

Valéria Brasil Calegari

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