INDELÉVEIS MARCAS

A nau do Tempo,
Desamarrando seus largos panos
“Tem som de mar na concha”,
Pervagando-se sem sonhos,
Sem ilusões, sem esperanças
Qual
Destino in_vulgar de coisa sem além....

E ,
Ao romper casulos,
Numa simbiose de ãnsias e desejos
Com a natureza ,
Faz com que a gente
Vibre na frequência
Da “Fé no coração..."

Marilândia

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