HORAS PRAZENTEIRAS

“No azul da adolescência as asas soltam”
Numa sagrada penitência
Sob manto de flores,
De plácidos sonhos,
Cujo aroma as almas sorvem...

Assim,
Na ronda do crepúsculo,
Quase noite nas sonoras estradas,
Dentre dormentes sombras das olheiras ,
E
Em desmaios de saudades
“Voltam todas em bando e em revoada”,
Agitando-se a ansiedade
De quem vive de esperança...

Marilândia

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