É lá, onde um raio de luz toca o infinito,

Que meu abraço abraça o azul irreverente do mar.

Da fonte donde brotam águas vivas,

Tenho como presente a perfeita nitidez de que,

Se pudéssemos ser um ponto que brilha, na escuridão,

Teríamos como atravessar tantos desertos.

Mas não vivo apenas para contemplar estes mistérios.

Sou um vasto espaço dentro de mim mesmo,

A observar certos deuses que, por ora, não ousam dos céus descer.

Descubro que chorar as incertezas,

É caminho longo de exaustão.

Seja fora do céu, ou fora da terra,

Ainda há um brilho de lua, no olhar.

E passo a acreditar, que o Paraíso,

Não é apenas um lugar.

É a minha própria alma, procurando onde aportar.

Angela Lazzari

(Aos nove dias do mês de Fevereiro de 2019).

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