Eu tenho asas!

No finito dos meus dias
Fecho portas, tranco portões
Por fim, me ponho presa
Nos meus próprios grilhões.
No escuro nasce um estrondoso silêncio
De tanto chorar para dentro
O coração se enternece, amolece
E nele abre-se uma fenda
A luz me clama
Mergulho e perco os grilhões
Sou livre no azul que não é finito
Aplaudem, em graciosa revoada
Em volta de mim todos os milagres da criação.
Passeio meu olhar ainda com vagar e em tudo o que vejo
Vejo tudo
Abundância Infinita.

By MLK 2018 – junho

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