Não sou como eles
Sou como um estranho, um estrangeiro
Onde não falo a língua deles, não tem seus costumes.
Não sei se isso é bom, ou ruim.
Às vezes, gostaria de ser igual a eles
Conversas banais, divertimentos banais
Cantar, dançar, sorrir.
Não sei mais se gostaria de ser igual a eles
Mostrando quem tem mais
Quem sabe mais, quem gasta mais, quem morre mais.
Dou um gole!
Não quero prestações
Prestação de casa, carro, apartamento
Prestação de vida, viver a prestação.
Começar a semana, obcecado pelo final.
Adoecer no final, no fim da noite Sabendo que no dia seguinte, vai começar tudo de novo

No fundo, gosto dessa solidão.
Solidão, não!
Pois tenho companhia, a melhor, a minha companhia Sou a minha melhor companhia.
Mas junto comigo, vem ela, a eterna melancolia.

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