No casulo, abrigo de meu interior

Coração liberta as amarras

Pairando sobre teu corpo

Inusitado, momento...

Repousas, sem nada intuir

Entrelaço meus braços e cubro-te

Nas asas, que adolescem da transformação

Desnudo, minha essência bruta

Sentindo o flutuar, acoplada na tua respiração

Percorrem espaços indefinidos.... Os dedos dedilham....

Pressinto as palavras nascerem

Desprendendo-se do meu interior

Repousando no aconchego do meu coração

Grafo os teus traços

Observo, tuas asas soltas e livres

Na vastidão e na perfeição de nossos corpos

Voltamos para o casulo.... Aproximamos nossos espectros...

À espera de uma nova metamorfose...

 

 

 

 

 

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