Mãos ásperas de um passado tão presente

Que raia do nascer do dia

Aos carcarejos das galinhas.

Saindo cortando neblina à frente,

Logo bem cedinho, com a marmita

Bem quentinha

Vendo a esperança e futuro

Daqueles que esperam o alimento

À custa de uma enxada

Que ensina as coisas da vida

E muitas vezes sofrida,

Mas nunca desanimada.

A dignidade tem nome de suor,

De roçado, e das léguas

Caminhadas para ganhar o pão

Mas também tem a alegria

Que contagia toda uma família

De uma nação.

Jilmar Santos

Exibições: 17

Comentar

Você precisa ser um membro de Casa da Poesia* para adicionar comentários!

Entrar em Casa da Poesia*

Editora Casa da Poesia

Chegou o Volume 8 da Antologia

 Volume 7 da Antologia!

                VOLUME 6 

    

PARCEIROS

Nas Redes Sociais

                          CLIQUE AQUI

Fotos

  • Adicionar fotos
  • Exibir todos

Acesso ao CHAT da Casa

              Clique Aqui!

Badge

Carregando...

© 2018   Criado por Casa da Poesia*.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço

Offline

Vídeo ao vivo