Diz-me,
- Sem que precises de muitas palavras,
Das mágoas que te ferem a alma,
Das tristezas que te invadem o caminho.

Diz-me,
- Com calma.
- Num apelo da tua alma.

Tens em meu colo,
O teu ninho.

Diz-me,
- Mesmo que os teus olhos estejam úmidos,
Desta enormidade de sentimentos,
Que te rasga o peito,
Que te abala a calma.

Tens em meus ombros,
O teu alento.

Diz-me,
- Destes sonhos que te acompanham noite adentro.
- Das tuas pequenas coisas construídas.
- Da tua alma carente...
- Por vezes, tão impotente...

- (Percebi que dormistes...)...
- (Tuas percepções são o meu norte...)...

Diz-me,
- De coração aberto,
Dos teus medos irreais,
De tantos anseios.
Sem devaneios...

Se te faltarem as palavras,
Por terem coisas que não te cabem no peito,
Não digas Nada.

Para.
Respira.
E aninha-te em meu regaço.

Teu descanso tem abrigo,
Aqui,
- Em meu abraço.

Angela Lazzari

(Aos nove dias do mês de Maio de 2019).

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