De uma doce Bala nasce a arte, parece.

Imagino essas poderosas cores, juntando, formando, idealizando o bem; bem utilizadas quando se cruzam, impregnando o ar, perdidas. É o caso do verde. É o caso do azul. Juntas fazem gemas; amarelas. Imagem de luz: como um “Sol”. Poderosas imagens que dão calor aos olhos. Dá gosto, sabor a imaginação... Podem Matar esperanças!

Como fomos um dia. Atirados pelo calor de um amor cruzado. Por gametas no explodir do amor... Estimuladas pelo cheiro, espargidos pela proximidade de genes que se veem na clara luz, queridos ou não. Que se gosta, que se junta e que se beijam. Juntam-se então em células; penso que são amarelas. Misturam-se em corpos guardados, misturados in vitro transando sabores, misturando-se em cores. Da célula à concepção. Como um verde atrevido dando sinais a um azul permitido. Não seria incrível enxergar nessa imagem a própria coragem que expõe um ovulo em homenagem à bala que mata e a gema por onde nasce a vida?

Lineu Mattos
07/11/2017

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