As vezes acordo querendo saber quem sou
As vezes sou quando me basto
Outras, acordo sem querer, quando não deveria dormir
As vezes não estou nem aí para quem veio
Quando estava cansada de quem fui
Outras me quero tanto, que me despeço pedindo que não demore
Não é fácil conviver com estranhos
Tantas tintas extintas tão jovens
Aquarelas selvagens
Savanas nuas tecendo veias que liberam traumas
Sou escultora de pensamentos errantes
Debulhadora de versos
Que me pedem para existir
Desabrochando-me em letras amigas
Formando palavras amáveis, quase loucas
Letras infinitas que me eternizam, como se absurdamente
Me continuassem em capítulos diários
Clarificando incógnitas
Lida por flores generosas que me aromatizam em segredo
Por seus olhos poeticamente famintos
E eu faminta de nós, me doo para ser quem sou.

Exibições: 31

Comentar

Você precisa ser um membro de Casa da Poesia* para adicionar comentários!

Entrar em Casa da Poesia*

Editora Casa da Poesia

Chegou o

Volume 9 da Antologia 

Volume 8 da Antologia

 Volume 7 

                VOLUME 6 

    

PARCEIROS

Nas Redes Sociais

                          CLIQUE AQUI

Fotos

  • Adicionar fotos
  • Exibir todos

Aniversários

Aniversários de Hoje

Aniversários de Amanhã

Acesso ao CHAT da Casa

              Clique Aqui!

© 2019   Criado por Casa da Poesia*.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço