Tem esse caminhar um sabor de eternidade,
Como o paladar do mais saboroso fruto.

Doce,
Quando em mordidas, explode o néctar mais puro da verdade.

A verdade desse amor que sem tradução,
Revolve o peito e se instala.
Calado.

Os ramos da compreensão se estendem,
Atingem o céu,
Voam em bandos de saudade,
E numa única revoada desenham os sonhos, por certo,
Tão inacabados.

De olhos fechados componho a rica tapeçaria do viver,
Em entrelaçamentos feitos por fios sacramentados e unidos,
Cujo tear tece coloridamente tudo o que ainda virá,
Transbordando da Fonte inigualável,
Que não se finda.
Que não se parte.

A magnitude do que pressinto extravasa da memória,
Cerca a alma,
E sorri.

Sorri sem anseios e medos,
Duma forma implícita e inegável,
Do que ainda continuo chamando dentro de mim,
De Felicidade.

Apenas de Felicidade...

Angela Lazzari

(Aos vinte dias do mês de Junho de 2018).

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