CLARÕES DE SAUDADE

Para mitigar, triunfante,
A sede recôndita de místicos desejos,
Pois,
O que ele, o coração aspira,
É sonho!

Sonho que de lágrimas delira...

Assim,
No silêncio e nas sombras mais veladas,
Clarões muito leves de saudades
Esparzem, esparzem nas harpas trêmulas dos ares
Flores de Pecado e de Luxúria
Que se abrem à doce luz de alampadários,
Lembrando reverências de sacrários...

Marilândia

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