Cenário d’alma

Choro o adeus da saudade que se envereda nos dias meus...
Pranteio o adeus das noites de luxúria...
Clamo aos astros fulgurantes que me tragam o eco dos passos teus...
Rogo aos deuses que a tatuagem de teus languescentes beijos se eternize nos meus desejos...

_E no pulsar de minh’alma, que se quedem silentes, as lágrimas das horas mortas..._

Marilândia

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