BRISAS AMBULANTES

No silêncio da distância, vis percalços
Em cada canto, intempéries, descaminhos
Corre o tempo atrás do ontem, unos compassos
Sonhos vagam nos acelerados remoinhos

As brisas ambulantes roçam sã amplidão
Despejam tímidos ardores com malícias
Beijam austeros semblantes em sofreguidão,
Dissipando inutilmente as confidências

Compondo-se de feixes, vozes cadenciadas
Numa fugidia lacuna a ser transposta
Lânguidas e leves levitam perfumadas

Tonteadas de luz, bebem vãos sentimentos
Trazem a poesia que ficou sem resposta
Naufragada nos oceanos de tormentos

Marilândia

Exibições: 29

Comentar

Você precisa ser um membro de Casa da Poesia* para adicionar comentários!

Entrar em Casa da Poesia*

Editora Casa da Poesia

Chegou o

Volume 9 da Antologia 

Volume 8 da Antologia

 Volume 7 

                VOLUME 6 

    

PARCEIROS

Nas Redes Sociais

                          CLIQUE AQUI

Fotos

  • Adicionar fotos
  • Exibir todos

Aniversários

Acesso ao CHAT da Casa

              Clique Aqui!

© 2019   Criado por Casa da Poesia*.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço