ALEGRO

Amanhece e já canta o passarinho
A sua melodia docemente.
Paro para ouvi-lo, displicente,
Enquanto repetia o meu caminho.

Música ou não, aquele barulhinho
Era algo assim tão terno e tão dolente
Que soía fazer cócegas na mente
Tal a alegria em seu trinar sozinho.

Dou-me conta ao escutá-lo que feliz
É quem percebe a música de tudo,
Entendendo o que cada coisa diz.
 
Pouco importa se a ouvir aves me iludo,
Todo imerso d'encantos infantis,
Eu atravesso a rua e a vida, mudo...

Betim - 28 10 2016

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Comentário de maria jose zanini tauil em 29 outubro 2016 às 16:35

belíssimo soneto!

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