Trazia sorrisos,
Aflorados nos lábios,
E desacreditados do meu mundo.

Falava em surpresas,
(Sempre me perguntava: porcelana ou cristal?)...

E tudo era-me estranho,
Fino e quebradiço.

E do tempo,
Só agora transformado na mais fina areia,
A cegar os olhos,
Percebo que quebraste a tão delicada porcelana,
Do que em mim existe.

E deu-me pena.
Quebraste a tua própria vida.

E não me dói.

É pó...!

Angela Lazzari

(Aos vinte e três dias do mês de janeiro de 2018).

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Comentário de Angela Regina Lazzari em 28 janeiro 2018 às 13:27

Beijos a ti, querida mestra! Obrigada pela presença tão carinhosa!

Comentário de maria jose zanini tauil em 25 janeiro 2018 às 18:36

Lindo e triste!O amor é assim. Colar os cacos deixa marcas.
Beijos, linda poeta!

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