um conto


Vou contar um conto
Por apenas um conto!
Moedinha sem desconto
Depois deste encontro.

Era uma vez,
E não desta vez...
Que a verdade talvez
Estivesse em nudez!

Eu não minto,
Mas pressinto
Tudo num labirinto...
No conto, já sinto!

Pronto...Já contei!
E acho que não gostei!
Mentira, não achei!
Mas você eu enganei!



Jose Alfredo

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Comentário de Jose Alfredo Evangelista em 10 maio 2020 às 13:20

O ANALISTA DE BAGÉ

Você que reclama de qualquer dorzinha, vai aí uma mãozinha...
Muitas vezes o chororô é coisa de lamurias sem injurias...
Com lágrimas de crocodilo, reclamas em sombra e água fresca!
Queres fazer com a direita quando tua mão é canhestra...
Se achas que é um sofredor, melhor empurrar o andor
De tua procissão... E comece a rezar pra tirar teu azar!
Da teoria apenas o gênero, que, confunde o teu mapa mundi...
Se não sabes a que lado ficar, experimente andar de cabeça pra baixo...
Quem sabe flui sangue e enche teu cérebro do bem pensar...
Se achas difícil o caminhar na verdade, recolha-te e não ande...
Viva de namoro com a mentira e espere ver o que te descortina!

Se o estresse te pega, arrume uma vara e vá pescar!
As dores de perna e braços te incomodam, vá nadar!
O saco te enche acordado, vá dormir... Sem grunhir!
Teus sonhos assustam como pesadêlos levante-se e tome uma cerveja!
Se está puto com a tua cidade, faça as malas e vá para Bagé!
E com um pouco de fé, tome uma cuia de chimarrão bem amargo,
Torça pelo Inter, e, leve umas porradas dos gremistas, tchê!
Agora, se estiver tresloucado, procure o analista de Pelotas;
E, vá soltar suas frangas na rua da praia em Porto Alegre!
De qualquer maneira, análises da gauchada de Bagé ilustram bem,
O teu quadro cuja moldura é uma barbaridade e mais amarga que chimarrão!

Jose Alfredo

Comentário de Jose Alfredo Evangelista em 10 maio 2020 às 13:17

O COMISSÁRIO DE BORDO

Lá pelas duas horas da madrugada, o Boeing voava a céu de brigadeiro e todos passageiros dormiam. De repente solavancos despertavam todos que assustados se agitavam sob as orientações dos comissários que avisavam para que todos se afivelassem por estarem passando por um momento de fortes turbulências.
O desconforto era grande e assustador. Parecia um ônibus rodando sobre uma estrada esburacada com todos balançando nas poltronas. O medo era medonho em quase todos os passageiros.
O Comandante informava: -“Senhores passageiros não se preocupem que em breve a turbulência vai cessar, mantenham todos sentados às suas poltronas e afivelados”.
Os comissários iam de um lado a outro dentro dos corredores da aeronave para socorrer os mais assustados e que entravam em pânico.
E a turbulência não cessava, até que um dos passageiros abordou um comissário perguntando-lhe:
-“Moço eu preciso ir ao banheiro”! E o comissário com toda a educação respondeu-lhe: -“Agora não é possível senhor, somente quando terminar a turbulência”!
E o aflito passageiro, retrucou: -“Então depois que parar a turbulência o senhor pode me arrumar um rolo de papel higiênico”?
A partir de então, aquele passageiro aflito, se aguentou na sua poltrona, todo borrado e todos ao seu redor não reclamavam mais dos solavancos da turbulência, mas, do mau odor que pairava dentro do avião.

Jose Alfredo

Comentário de Jose Alfredo Evangelista em 10 maio 2020 às 13:16

O CONTO DO VIGÁRIO

Havia numa Paróquia um cidadão chamado “Chico Vigário” que resolveu aventurar, se passando pelo Vigário. Na grande festa do Padroeiro, o tal falso vigário, arrumou os paramentos sacerdotais e travestiu-se de vigário, pois ele era sósia do Padre.
Num dia de pouco movimento na Igreja, o falso vigário, entrou rápido num confessionário, fechou-se no anonimato e decidiu ouvir as confissões, principalmente das carolas que uma a uma, iam desfilando seus pecados ao sabor da curiosidade de Chico!
Por alguns dias Chico Vigário deliciou-se com as historias secretas que as mulheres relatavam no confessionário e as absolvia com a cara de pau, escondido e camuflado dentro do confessionário, onde não seria descoberto.
Mas, eis que todo crime não compensa, o próprio Vigário, Padre Zeca, desconfiou da armação de Chico, quando percebeu que as mulheres estavam confessando-se, com algum impostor no confessionário, pois na Paróquia não havia outro Padre a não ser ele próprio!
Então, Padre Zeca deu o troco naquela armação esperta do falso vigário. Combinou com a delegada de polícia da freguesia, relatando o fato e que ela fosse confessar-se e pegaria o Chico Vigário no pulo...
No dia marcado, a delegada aproximou-se do confessionário e começou a falar com o vigário de araque. Este ia então, puxando conversa com a bonita delegada. Até que num dado momento da conversa, a delegada disse ao Vigário de araque: “-Qual penitência que o senhor prefere, para expiar seus pecados: Ir para o xilindró agora ou prestar serviços à comunidade por um ano”?
À essa pergunta da delegada, o Chico amarelou dentro do confessionário e sem saída, se apresentou “preso” à delegada de polícia que o autuou em flagrante delito de falso sacerdote.
Chico Vigário, foi para traz das grades e o verdadeiro Vigário Padre Zeca, ia seguidamente à cela de Chico para receber suas confissões!

Jose Alfredo

Comentário de Jose Alfredo Evangelista em 10 maio 2020 às 13:15

O CONVITE DAQUELE SENHOR!

Alguém passava por ali e uma multidão o comprimia para vê-Lo e eu no meio daquela turba procurava também uma posição para ver aquele homem curioso... Queria conhece-Lo!... Ele vinha se aproximando da minha posição. Entre aqueles curiosos eu percebia que eu não apenas também estava curioso para vê-Lo, mas, sentia meu coração arder e uma vontade enorme de poder falar com aquele homem... Algo me dizia que Ele era especial... Que tinha muita sabedoria e poder... E eu era atraído por Ele!
Ele se aproximava no meio do burburinho daquela multidão que o espremia. Minha expectativa aumentava... Meu coração batia mais forte... Minha alma se exaltava por aquele momento ímpar da minha vida!
Subi num sicômoro para vê-lo melhor e com mais clareza quem era aquela personagem tão falada e comentada por todos daquela região.
E eis, que, quando pude vê-lo com clareza e bem perto da minha posição, qual não foi minha surpresa, quando Ele com voz forte, olhando para mim, disse-me: - “Alfredo, desce que hoje vou te visitar na tua casa”!
Tomado de tão grande surpresa e sob os olhares daquele povo que O seguia, quase cai do sicômoro... Desci correndo e, fui a sua direção e o segui levando-O até minha casa.
No aconchego de meu lar Ele falava comigo como se estivesse sendo derramada uma chuva de
bênçãos e graças. Minha casa se encheu de paz... Aquele Senhor mudou minha vida... Iniciou-se então a minha conversão. Transformei em mais um discípulo seu, seguindo-O, alimentando-me de sua palavra e exemplos!
Ele continua passando em minha vida e cruzando os meus caminhos, mas, sempre endireitando e aplainando minhas estradas da vida! Depois desse encontro, jamais fui o mesmo. Ele me renovou todas as esperanças na busca da paz e da felicidade. Deu-me a certeza da salvação... Limpou-me com sua Palavra restauradora e fortaleceu minha crença e fez-me crescer na fé!
Quiçá você, que, lê este pequeno texto, possa buscar também a visão beatífica desse HOMEM DEUS que, passa na estrada da sua vida, veja-te e chame-te pelo teu nome, dizendo-lhe: - “FULANO, desce que hoje eu vou estar em tua casa”!

Jose Alfredo - jornalista

Comentário de Jose Alfredo Evangelista em 10 maio 2020 às 13:12

O FEIO E O ESPELHO

Na angustia de virar bonito o feio aproximou-se do espelho e lhe perguntou: -“Espelho meu quero ver-me bonito”! E o espelho sem parcimônia respondeu ao feio:-“Ora meu velho, é só você atravessar-me que eu aqui de dentro lhe transformarei”!
O feio então, surpreso e cheio de esperança na sua prometida beleza, mergulhou para o lado de dentro do espelho.
Dentro do seu novo universo, o feio achando que já tinha virado bonito começou a cortejar todas as garotas que encontrava, mas elas o repeliam deixando-o furioso!
Até que um dia ele já sem paciência procurou o espelho para lhe cobrar explicações sobre o que estava acontecendo, afinal, ele já havia virado bonito e perguntou-lhe: -“Já que eu virei bonito, porque as garotas não me querem e nem me dão atenção”?
O espelho, então cheio de sabedoria tentou amenizar a bronca do feio, explicando-lhe: -“Senhor feio, quando o senhor mergulhou para dentro de mim, o senhor ficou no seu avesso... Que não é bonito! O seu avesso é tão feio que nem eu consegui lhe transformar! Queira desculpar-me”!
E o feio mergulhou novamente para fora do espelho, mas não ultrapassou a barreira donde tinha saído, pois durante o tempo que ele ficou do lado de dentro, houve uma mudança no espelho quando ele ficou transparente!
Assim o feio nunca mais conseguiu voltar e continuou feio por toda a eternidade.

Jose Alfredo

Comentário de Jose Alfredo Evangelista em 10 maio 2020 às 13:10

CONVERSA ENTRE DOIS ETs

Duas naves extraterrestres aportaram e aterrissaram numa pequena fazenda escura no interior de Minas Gerais. Simultaneamente, apagaram seus possantes faróis e preparam-se para pisarem em terra no desconhecido planeta Terra, para eles!
Abrem-se as portas das naves e descem duas criaturas envoltas em luzes e armaduras. Cumprimentam-se e iniciam um diálogo em língua estranha. Uma perguntou à outra:
- “Que fazes por aqui”? Ao que a outra responde: -“O mesmo que tu viste fazer”! Riram um pouco e aprofundaram mais a conversa sobre o planeta que estavam conhecendo!
- “Vocês viram como esse povo é confuso”? E a outra criatura responde:
- “Além de serem orgulhosos, mentirosos, e, hipócritas”! A outra completa a resposta:
- “Eles são muito ignorantes e para chegar ao nosso índice de desenvolvimento vai precisar de uns mil anos”!
- “Mas, viemos aqui, para poder sentir suas capacidades de defesa... Estamos interessados no nióbio deles! É um metal muito precioso que podemos utilizar na tecnologia de nossos foguetes”!
- “Estamos percebendo que é muito fácil retirar grandes porções desse precioso minério”!
- “O problema é que eles estão planejando e pesquisando o uso do nióbio para as armas também”!
- “Precisamos ser mais rápidos para não termos que os atacar se acaso eles tentarem alguma resistência... Mas mesmo assim, seus aviões são caças e não tem nenhuma chance contra nossas naves à velocidade da luz e com potência de fogo (raio lazer) de alta destruição”!
Nesse instante, apareceu um enxame de pequenas luzes, que fizeram os ets correrem para dentro de suas naves e rapidamente alçaram voo ao infinito! Era uma colônia de vagalumes piscando seus faróis!
E, lá do alto, eles continuam suas transmissões coloquiais, dizendo:
- “Vocês viram o que foi aquilo? Parecia uma chuva de naves piscando entre si com muita intensidade! E certamente iriam nos atacar”!
E decidiram, por algum tempo não mais voltar à Terra com receio daquela força estranha que lhe apareceu de surpresa. Os nossos humildes vagalumes, sem querer botaram os ets pra correr!

Jose Alfredo

Comentário de Jose Alfredo Evangelista em 10 maio 2020 às 13:08

CONTOS, CASOS E CAUSOS

Quem conta um conto aumenta um conto... A história de um conto eu nunca conto, pois o conto contado conta muito menos que o conto pensado... Se, conto um conto podem achar, que é mentira! Mas na verdade os contos contados são quase todos contados em cima de mentiras e do faz de conta!
No imaginário popular os contos entram sempre na esfera da imaginação e do insólito. No mundo do faz de conta, contar um conto, conta mais a criatividade que a veracidade...
Quem conta um conto, não conta um conto, mas conta um caso com cara de conto e sempre há um tonto que acredita nesses contos!
Os contos envolvem sempre histórias da carochinha ou embustes dramáticos, casos e causos que podem pertencer à realidade ou ficção.
Quem não conhece os tradicionais e famosos contos do “lobisomem, sacy-pererê, mula sem cabeça, gnomos, fantasmas, bruxas... etc?
Das crendices populares e dos espaços folclóricos da cultura popular, surgem os mais interessantes casos, causos e contos que permeiam o tecido cultural de nossa gente brasileira.
De cada época, os contos vão representando personagens típicas da sociedade. O “Jeca-Tatu” de Monteiro Lobato retrata bem os contos infantis que enchem as crianças de encantos.
Os mais velhos se lembram da “Alice no país das maravilhas” que marcaram nossas infâncias!
Da ficção aos heróis, do Boitatá à Mula sem cabeça, o imaginário popular vem criando sempre seus CONTOS a encantarem nossa imaginação. No mundo encantado dos sonhos estão os contos que se escondem atrás da imaginação da vida humana.

Jose Alfredo

Comentário de Jose Alfredo Evangelista em 10 maio 2020 às 13:07

CONTO UM CONTO POR UM CONTO!

Olha ai moço! Quer que eu lhe conte um conto?... Então ele custa um conto e não conto sem um conto... Só o conto se pagar um conto! Este conto que vou lhe contar vai para a conta do faz de conta! Então não faça conta se eu não lhe contar...
Um vez, um contador de contos, parou bem no meio de uma feira e começou a contar, sob os olhares curiosos dos ouvintes; -“Minhas senhoras e meus senhores, vou lhes contar um conto que custa um conto... Podem colocar no chapéu seu conto pra que eu possa contar esse conto”... E foi dizendo, enquanto seus ouvintes jogavam seus contos no chapéu do contador de contos!
Lá por umas tantas dos seus contos, um ouvinte lhe perguntou: -“Mas quando você vai começar a contar o seu conto”?... Todos riram e perceberam que o contador de contos estava enrolando a todos com suas basófias!...
Então, o contador de contos, na maior desfaçatez respondendo com toda a ironia, disse-lhes:
-“Mas eu já contei bastante contos... Eu contei “doze contos” e vocês não perceberam?... Portanto, devo ter recebido doze contos e vou-me embora agora!
O contador de contos pegou seu chapéu com os doze contos e se retirou aos olhares de poucos amigos que o xingavam e o chamavam de embusteiro!

Jose Alfredo

Comentário de Jose Alfredo Evangelista em 10 maio 2020 às 13:05

CONTO DE UM RECRUTA
Jose Alfredo

Quando fui recruta no quartel de Itu prestando o meu serviço militar obrigatório, quase sempre não tinha dinheiro e estava sempre duro! Vocês já viram o recruta com dinheiro? ...
Pois é, e quando nas sextas feiras éramos dispensados para voltar no domingo à noite para o quartel, eu me obrigava a pegar “carona, numa das avenidas que saiam para Sorocaba, minha cidade naquela época!
Então, eu e outros tantos companheiros de caserna, experimentávamos a inusitada experiência de pegar uma carona que iria à Sorocaba.
Era meio complicado, porque nem todos que passavam por ali, davam carona! Mas, na nossa persistência sempre parava um “filho de Deus” para nos ajudar e nos levar até a nossa cidade.
Certo dia, já estava a quase uma hora ali no ponto de sempre, e nada... Começou a bater a aflição de querer chegar na minha casa e ver meus pais, comer a comidinha da mama, dormir na nossa caminha, sair para o matiné ou ver um jogo do São Bento.
Quando acenei para um caminhoneiro que passava ele, parou e eu vibrei... Estava garantida a minha ida à Sorocaba... Eram quase 45 minutos de viagem...
O cara parou, e me perguntou se eu queria uma carona e eu lhe perguntei se ele estava indo para Sorocaba, quando sua resposta foi positiva bateu a felicidade no meu coração!
Mas, o bondoso caminhoneiro me disse: -“Olha moço tem um pequeno problema. Você não se incomoda de ir na careceria, pois aqui na cabine não tenho espaço, estou com dois acompanhantes”!
Eu lhe respondi que estava tudo certo e topava e então, ele voltou a me dizer: - “Mas você vai ficar branquinho, pois eu carrego sacos de cal”!
Eu não tinha escolha e encarei a experiência! Subi pela roda do caminhão, e fui me aninhar bem lá atrás da sacaria de cal.
Em tão iniciamos a viagem, sob o vento que batia no sentido contrário e me salpicava de cal. Mudei da cor verde oliva da minha farda para o “branco leite”!... (rsrs)
Quando chegou a Sorocaba, o motorista parou e me perguntou se estava tudo bem e eu, lhe disse que estava ótimo só que todo borrado daquele pó branco de cal! (rsrs)
Agradeci a carona e segui a pé até minha casa com todos os olhares pra cima de mim, pois, parecia uma vela ambulante! (rsrsrs)
Nas caronas seguintes eu tratei de ficar bem atento para ver o que tinha nas carrocerias se fossem caminhões! Coisas de recruta do Exército!

Comentário de Jose Alfredo Evangelista em 10 maio 2020 às 13:05

CONTO DAS CORES

O AMARELO, reluzente na sua exuberância, coloca-se no pedestal da glória e menospreza as demais cores que se rebelam contra a atitude do “Gold Man”!
Meio tristonho e do seu canto, o ROXO com ares de velório, diz: “-Cara, desce da sua petulância”! Ao que o AMARELO lhe responde: “-Fica quietinho ai seu coveiro de meia pataca”!
O VERMELHO ouvindo a resposta do AMARELO ao ROXO tomou-se em defesa do amigo: “-Sua cor apenas ostenta a riqueza, mas eu tenho a força do amor e do coração”!
Mas o irrequieto AMARELO contestou o VERMELHO dizendo: “-Sua cor de sangue representa lutas e derrotas”! E o VERDE ouvindo as intrigas entre o AMARELO, ROXO e o VERMELHO entrou na discussão: “-Não esqueçam-se, que, sem a minha cor da ESPERANÇA vocês não podem ir a lugar algum!”
E o AZUL que a tudo ouvia, interfere na conversa questionando as demais cores envolvidas e diz: “-Ei amigos, vocês discutem e estão sem paz. A minha cor sempre representa que está tudo certo e tudo AZUL”!
O BRANCO assumindo sempre a sua neutralidade, remendou dizendo: -“Ei turminha, vocês estão discordando uns dos outros, mas, que tal, chamarmos o nosso mentor e gurú em cores, pra resolver toda essa discussão?”.
Então, todos em comum acordo solicitaram ao mentor das cores que se apresentou pronto para dirimir as dúvidas.
O ARCO-IRIS, chegou falando, todo pompudo: -“Não discutam seus valores, pois todos juntos somos mais fortes e unidos somos mais reluzentes e coloridos! Na mistura de todos, mostramos nossa neutralidade”!
A COR DE ROSA meio sem jeito tomou da palavra e requebrando-se toda disse: -“Eu não quero todos juntos porque não posso namorar com quem desejar”!
Já irritado no seu canto, o PRETO xingou a todos dizendo: -“Vocês não estão com nada. Eu é que sou a verdadeira cor”! Todos riam da besteira dita pelo PRETO.
O ARCO-IRIS, então, vendo que a discussão iria continuar, num lance muito rápido e mágico, subiu e desceu na velocidade da luz e absorveu todas as cores numa grande e colorida faixa no céu... E, hoje, quando o céu fica carrancudo ou mesmo após grandes chuvas, todas as cores aparecem unidas dizendo: -“Estamos aqui e queremos dar alegria a todos com a bonança”!

Jose Alfredo

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