Sem pedir permissão,
Permito-me brincar,
- Por leviandade,
Dentro da firmeza do teu olhar.

Entro,
- Por inteiro,
Em tuas brincadeiras arrepiantes,
- Calando-me,
-(como se preciso fosse),
No momento exato do teu delírio.

Sem resistência ao teu íntimo perspicaz,
Sondo pelas pálpebras semicerradas,
Teu luxuriante prazer,
- agudo,
- destemido,
-(essa força masculina tão especialmente, tua...)

Minha lua abriu-te meus anseios,
- resultado de nossas somatórias,
- (quem disse que precisamos de cálculos matemáticos...)

O resultado de nossas conjunções corpóreas,
Concede-nos notas finais,
- com louvor.

Desdobro-me em tuas fantasias.

Rumo às estrelas que só teu céu me concede.

Tudo em mim pede pele,


- suor,


- languidez de movimentos,


- (poesia tua, fascinante...)

E para que saibas,
- pois segredos não há,

- Deixa-me dirigir-te,
- Neste teu desvairado incitamento!!!

Angela Lazzari

(Aos três dias do mês de Novembro de 2019).

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Comentário de maria jose zanini tauil em 3 novembro 2019 às 23:14

Sem pedir permissão, mas permitindo-se, explode lindamente em sensualidade!!!!!
Parabéns! Lindo!

Comentário de Zezinha Lins em 3 novembro 2019 às 20:47

O poema nos apresenta a cena. Lindo demais, envolvente. Parabéns por esta inspiração tão bela, amiga!

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