Sou-me,
Por tantas vezes,
Impotente.
- Diante do próprio sonho.
- Diante do próprio choro.

Abraço a minha alma ferida.
- Dispo-me de qualquer fantasia.
- Rompo o fio condutor.
- Não me levará a lugar algum.

Dispenso a tua boca.
- Oca.
- Seca.
Já não há mais ecos em teus passos.
As horas são infindáveis.
- E não existem Milagres.

Amar sem reservas.

A tua falta rouba-me o ar.
As palavas,
- Os versos meus,
Já não fazem qualquer sentido.

Os sentimentos colam-se na epiderme.
O silêncio é distante.
- Amargo.
- Cruel.
- Paladar em fel.

Em retrato quebrado,
Hoje é assim:

- Sinfonia, sem partitura.
- Quietude, sem expressa verdade.
- Desilusão, num rosto sem expressão.

- Nada mais.

Angela Lazzari

(Aos vinte e um dias do mês de Maio de 2019).

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Comentário de maria jose zanini tauil em 28 maio 2019 às 20:25

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