Doei meu coração em vão,
Nessa imensidão vazia que tudo vejo.
Imensidão vazia, não, cheia de solidão,
e de profundos arquejos...

Arranco espinhos e espero as flores,
Daqui em diante, colherei desamores.
Monocromáticas tornam-se as cores,
e insípidas as minhas dores.

Que seja dito, claramente
Pulei de um precipício,
Em que caio ávidamente
No vazio do princípio.

Nas entrelinhas se observa
Minha solidão amargurada,
Antes só, e só eternamente,
Do que de Deus apartada...

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Comentário de maria jose zanini tauil em 9 abril 2018 às 23:17

Verdade!Há solidões escolhidas e necessárias.
Um abraço!

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