NÃO FOI UM JULHO QUALQUER ...

Era julho e eu estava em flor. Nada sabia da fugacidade do tempo, não aceitava o frenesi das horas, não compreendia voltas e revoltas da vida. Tudo em mim era pulsação. Amava sem saber que era amor .Era tempo de transformação, de pensamento inquieto contaminado pelo fascínio de viver dias de juventude.

Era julho, como esquecer? Por isso nosso inverno virou primavera, nessa vida tão elástica e vertiginosa. Então, minha boca colheu beijos, que se fizeram eternos...

Hoje encontro a luz intensa dos dias idos, daquele mês ritual. Imagens e percepções revolvo nos confins da memória...e, então, encontro teu rosto do passado e do presente e percebo, feliz, que a tua doçura permanece... Tantos julhos e foram...verdade! Mas a ampulheta da vida congelou. Para nós, o tempo parou naquele baile de 3 de julho de 1966.

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Comentário de Marilândia marques Rollo em 19 fevereiro 2018 às 10:31

Maravilhosoooooo! Bjs. de luzes

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