Blog de Ana Pires Brandau (75)

Vozes

Vozes

Não sei o quanto há de real

em minhas veleidades.

As vezes me soam

tão indubitáveis.

Inúmeras vezes tento sufocá-las,

finjo-me surda aos seus apelos gritantes,

quando seus gritos partem-se

em estilhaços dentro de mim, como cristal.

Ouço reverente

as vozes de minha alma,

porque me são dolorosas

em seus desejos inerentes.

Minha alma sente

o quanto lhe é imprescindível

a solidão, o recolhimento

mesmo…

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Adicionado por Ana Pires Brandau em 20 junho 2018 às 19:30 — 1 Comentário

Caminhada

Adicionado por Ana Pires Brandau em 19 maio 2018 às 14:43 — 1 Comentário

Outono

Adicionado por Ana Pires Brandau em 21 março 2018 às 12:52 — 2 Comentários

Lembranças outonais

Adicionado por Ana Pires Brandau em 21 março 2018 às 12:49 — 2 Comentários

Luciana

Luciana

O sol de verão brilhava no azul do céu da pequena cidade naquela manhã. Luciana

pensava em como a natureza era linda.

De repente, um grito de pedido de ajuda agitou aquela manhã! Luciana se precipitou portão afora, tentando saber o que ocorria. Se deparou com a vizinha que deseperada, pedia ajuda para sua mãe que se esvaía em sangue! Naquele bairro de periferia, pobre, não haviam telefones e táxis passavam longe, preferindo circular em ruas com asfalto. Foi então…

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Adicionado por Ana Pires Brandau em 11 fevereiro 2018 às 12:17 — Sem comentários

Preconceito

Adicionado por Ana Pires Brandau em 2 janeiro 2018 às 16:17 — Sem comentários

Teu corpo, tua alma

Foto de Neucivaldo Moreira:

Adicionado por Ana Pires Brandau em 27 dezembro 2017 às 9:12 — Sem comentários

Tempo

Foto de Emi Okada Pereira

Adicionado por Ana Pires Brandau em 12 novembro 2017 às 9:10 — 5 Comentários

Nostalgia outonal

Poente em Santarém-Pará em uma foto de Nilson Vieira

Adicionado por Ana Pires Brandau em 10 novembro 2017 às 13:14 — Sem comentários

Sonho de amor

Sonho de amor
„…e costumávamos voar juntos
e livres em nossos sonhos...”



O vento frio
açoita as árvores
nessa tarde outonal.
O céu é cinza
assim como cinza são
algumas lembranças
bordadas de saudade.
Saudade do sentimento
que me invadia
enquanto caminhavas
pela minha alma
transbordando poesia.



Ana Pires Brandau
Sehnde-Alemanha, 07.11.2017

Adicionado por Ana Pires Brandau em 7 novembro 2017 às 19:30 — Sem comentários

Poemini 03

Foto de Neucivaldo Moreira:

Adicionado por Ana Pires Brandau em 2 novembro 2017 às 17:18 — Sem comentários

Poema para Dorotéia

Adicionado por Ana Pires Brandau em 29 outubro 2017 às 14:11 — Sem comentários

Poemini 02 - Ana Pires Brandau

Adicionado por Ana Pires Brandau em 27 outubro 2017 às 16:16 — 2 Comentários

Poemini 01 - Ana Pires Brandau

Adicionado por Ana Pires Brandau em 26 outubro 2017 às 20:00 — Sem comentários

Inquietude

Adicionado por Ana Pires Brandau em 20 outubro 2017 às 16:24 — 2 Comentários

Relicário

Adicionado por Ana Pires Brandau em 20 outubro 2017 às 13:15 — 2 Comentários

Nostalgia

Nostalgia



Quimeras desfilam

sob meus olhos nus.

Ah...infinitas tardes

de poentes abrasadores!

Eu degustava cada gotícula

de melancolia!

Dessa estranha melancolia

que um belo poente

costuma deixar

na alma da gente.

O crepúsculo chegava

e me embalava a alma,

como uma mãe amorosa

embala suavemente

seu filho rescém-nascido...

Oh, gloriosas tardes

de infinitos poentes!

Guardei-os bem dentro de…

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Adicionado por Ana Pires Brandau em 17 outubro 2017 às 16:00 — Sem comentários

Carta à minha mãe(falecida em 01.09.1971).

Santarém, 11 de outubro de 1977.

Querida mamãe.

Hoje senti saudades de voce. A noite está tão bonita, tão claro o céu iluminado pela lua.

É lua cheia, sabe? Voce gostava tanto do luar.

Não sei porque estou melancólica hoje. Lembra? Voce me levava até a janela de nossa casa para olharmos o céu bordado de estrelas e a lua tão branca, tão grande, tão simples e tão bonita. Voce ensinou-me a gostar do luar. A lua era tão grande e parecia estar tão perto, que que eu tinha a…

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Adicionado por Ana Pires Brandau em 16 outubro 2017 às 11:52 — Sem comentários

Ternura

Ternura À Fernanda Gabriela, minha filha.



Quando miro teus negros olhos

que parecem querer despetalar a lua,

penetro em teu mundo de sonhos,

vejo tua alma nua,

despida de malícia,

de orgulho, de egoísmo, vaidade.

És leve como uma carícia,

és só ingenuidade.

Teus olhos meigos pequeninos

refletem tua pureza

em um olhar terno e cristalino,

que me suaviza o dia com certeza.

Teu nariz pequeno e delicado

me dá o melhor…

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Adicionado por Ana Pires Brandau em 7 outubro 2017 às 9:30 — Sem comentários

Solidão

Adicionado por Ana Pires Brandau em 17 setembro 2017 às 13:54 — Sem comentários

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