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Paralelas

Chuva que escala a estrada escurecida

Como o mar a levar as preces em pensamentos

Mergulhados no refúgio dos sentimentos errantes

Desembocando a paz a margem do sol que se rasga em luz

A esquentar a mais fria espera

Pelas vias dos paralelepípedos se dividem as águas

Nos paradigmas dos passos que mancharam

Sobre sua história morta e reconstruída

A desfazer as lembranças esvanecidas abaixo dos sonhos

Sem deixar de ser pedra

Rompida…

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Adicionado por Verônica Noblat em 4 maio 2016 às 22:30 — Sem comentários

Minhas Digitais

O telefone tocou seu sorriso cínico

Quando meus olhos adentravam su’alma

Que me cumprimentava a saudade vadia de dias

Em anos que não me percebia

E o presente perturbava o refúgio de minha memoria

Que não decifrava o abstrato de sua imagem

Que insistia em revelar o negativo de nossa história

Em fleshes opacos que me violavam

Expondo um homem que me denunciava

E aquele sorriso de véu e grinalda

Comprometendo-me na pagina que…

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Adicionado por Verônica Noblat em 15 abril 2016 às 23:30 — Sem comentários

Sem Sentido

São eternos os motivos sem sentidos

E vivemos por busca-los

Perdendo-nos por tenta-lo defini-los

Quando a vida se faz sem precisa-los

Poesia se faz no golpe de vista

Que a busca em seu sentido particular

Que atinge a alma em…

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Adicionado por Verônica Noblat em 12 abril 2016 às 19:30 — Sem comentários

Sutileza Divina

Acordei mulher num sonho de universos mistos

Cálice de rosas me abria à porta de casa

Entre tantas espécies que me refletiam

Na sutileza divina da lasca da veste que me definia

Desci do Salto sem deixar a elegância em teus braços

Que despetalava em amor nos adornos de gérbera …

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Adicionado por Verônica Noblat em 12 abril 2016 às 6:00 — Sem comentários

Divas

Noite passada chorei copiosamente por lembranças de uma Diva, uma Diva da minha vida particular, uma "ídola", uma mulher excepcional, da qual me orgulho de ter feito parte da sua vida, uma mulher admirável, chorei sua lembrança, chorei de saudade.

Paradoxalmente, tive um dia particularmente feliz, como poucos, daqueles em que você vive a emoção de ser, de novo, criança, entre uma visão inocente da vida em meio a magia dos contos de fada, um dia, até o seu final, perfeito!

Perfeito…

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Adicionado por Lu Barreiro em 30 setembro 2012 às 15:30 — Sem comentários

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