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Adicionado por Maria Socorro de Sousa em 17 julho 2018 às 22:31 — Sem comentários

ALMAS GÊMEAS

ALMAS GÊMEAS

(Genaura Tormin)

De quantas existências

Somam o nosso passado,

Nesse amor cumpliciado

No vagar do tempo?

Já fomos namorados,

Amigos, parceiros, ferrenhos desafetos.

Enfrentamos tantas dificuldades,

Tantos desafios,

Na busca da eterna felicidade.

Já foste meu pai,

Meu algoz, meu patrão,

Meu capataz,

E até meu irmão.

Em todas as existências

Lá estávamos nós juntinhos,

Aparando…

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Adicionado por Genaura Tormin em 14 julho 2018 às 0:01 — Sem comentários

Voo do tempo

Voo do tempo

O tempo passa célere
fazendo os dias voarem.
O que era ontem
hoje já não é
e amanhã tudo estará longe.
Nada é como antes
e a cada dia
o ontem se distancia.
O que ontem fomos
hoje já não somos.
Tudo passa
com o tempo que corre.
Neblina, fumaça...
de uma história que morre.

Ana Pires Brandau

Adicionado por Ana Pires Brandau em 9 julho 2018 às 19:30 — Sem comentários

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Adicionado por Genaura Tormin em 9 julho 2018 às 18:42 — Sem comentários

POEMA RECLUSO



POEMA RECLUSO

(Genaura Tormin)

No horizonte,

Moribundo se curva o sol poente.

Um dia a mais passou sem que eu te visse.

O poema recolheu-se medroso

Ao frio de minha tristeza.

Tudo extremamente só!

Os momentos se arrastam

E a nossa música agoniza, …

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Adicionado por Genaura Tormin em 9 julho 2018 às 18:00 — Sem comentários

PÁSSARO SEM ASAS CHEGOU AO FIM

PÁSSARO SEM ASAS CHEGOU AO FIM

(Genaura Tormin)

Concluída, enfim, uma história verdadeira,

um acalanto a esse nosso altruísmo aguerrido

de seguir no front das muitas batalhas

que nos fizeram vencedores

Últimas palavras!

Deponho as armas, guardo a caneta, fecho o livro!

Chegou ao fim!

Sentar-me-ei para refletir e agradecer a cada um

dos leitores que me seguiram nessa jornada.

Valeu a pena essa minha caminhada por aqui!

E…

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Adicionado por Genaura Tormin em 9 julho 2018 às 15:44 — Sem comentários

Valor das Pequenas Coisas

Adicionado por Maria Socorro de Sousa em 3 julho 2018 às 22:46 — Sem comentários

Desafio A Casa 17

Adicionado por Maria Socorro de Sousa em 3 julho 2018 às 22:42 — Sem comentários

PROFESSOR DE POESIA





Seguia o solitário professor de português e literatura, fixando sensações, aspectos e paisagens, num colorido paradoxalmente cálido e violento, numa harmonia estranha e indefinida,de ritmos, rimas e honomatopeias. O único prazer da aposentadoria era escrever. Navegava na torrente eloquente das…

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Adicionado por maria jose zanini tauil em 29 junho 2018 às 18:24 — Sem comentários

Antidoto de poeta

Adicionado por maria jose zanini tauil em 28 junho 2018 às 19:30 — Sem comentários

Por uma questão de justiça

Adicionado por maria jose zanini tauil em 27 junho 2018 às 20:30 — Sem comentários

Nardo e Mar

_____________________________

Mário Bróis/Zezinha Lins.

__________Uma visita ao meu baú de papelão, encontrei essa pérola de dueto.

_________________



24 de junho de 2013

___________________

·

Ofertei-te rosas,

na…

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Adicionado por Luiz Mário da Costa em 27 junho 2018 às 12:00 — Sem comentários

Escrever

Adicionado por Maria Socorro de Sousa em 25 junho 2018 às 14:34 — Sem comentários

Belas noites de São João

http://www.josenilson.prosaeverso.net/visualizar.php?idt=5678757

Belas noites de São João

Veio da França onde os nobres

Dançavam com marcação

Transformou-se em quadrilhas

Nas festas de São João

Agradecendo a colheita

E a chuva na Região.

Os fogos de artifício

Uma tradição chinesa

Veio para nossa festa

Alegrar e dar…

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Adicionado por Josenilson Leite em 24 junho 2018 às 11:57 — Sem comentários

ÉBRIO DE AMOR





Para o apaixonado, a vida é uma taça, pois nela, sente o coração cantando e a alma vencida por estranha libertação . É um sonhador eterno, de sonhos delirantes, onde o amor conduz ao paraíso, e, paradoxalmente, o leva ao inferno. E ele esvazia essa grande taça, numa sede de ardência e frescura, buscando…

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Adicionado por maria jose zanini tauil em 23 junho 2018 às 15:00 — Sem comentários

Chuva

Chuva

O deslizar da chuva
no telhado gasto e humilde
me deixa plena
de sonhos irrealizáveis,
de melancolia serena.
O vento sombrio e úmido
umedece minha alma,
deixando de súbito,
indelével gosto
amargo e triste,
desejos expressos no rosto
por algo que não existe.
Saudade do inexistente,
vontade imensurável,
anseios vagos e inconsistentes
por algo inexplicável!

Ana Pires Brandau

Adicionado por Ana Pires Brandau em 22 junho 2018 às 21:19 — Sem comentários

Indizível

Indizível

Fico a olhar

a parede sem atrativos

da velha e empoeirada casa.

Não vejo a pintura descascada,

nem as teias, nem o pó

que recobrem suas paredes

envelhecidas pelo tempo.

Vejo através dessas paredes.

Nada material existe agora...

Miro o longínquo, o imensurável

a que me leva Mozart...

Minha alma absorve

toda a sua música,

levita no espao divino

de luz e sonhos

e transborda o indizível,

o…

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Adicionado por Ana Pires Brandau em 22 junho 2018 às 20:46 — Sem comentários

Eu tenho asas

Eu tenho asas!

No finito dos meus dias

Fecho portas, tranco portões

Por fim, me ponho presa

Nos meus próprios grilhões.

No escuro nasce um estrondoso silêncio

De tanto chorar para dentro

O coração se enternece, amolece

E nele abre-se uma fenda

A luz me clama

Mergulho e perco os grilhões

Sou livre no azul que não é finito

Aplaudem, em graciosa revoada

Em volta de mim todos os milagres da criação.

Passeio meu olhar ainda…

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Adicionado por MARIA LUIZA KUHN em 21 junho 2018 às 21:40 — Sem comentários

Vozes

Vozes

Não sei o quanto há de real

em minhas veleidades.

As vezes me soam

tão indubitáveis.

Inúmeras vezes tento sufocá-las,

finjo-me surda aos seus apelos gritantes,

quando seus gritos partem-se

em estilhaços dentro de mim, como cristal.

Ouço reverente

as vozes de minha alma,

porque me são dolorosas

em seus desejos inerentes.

Minha alma sente

o quanto lhe é imprescindível

a solidão, o recolhimento

mesmo…

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Adicionado por Ana Pires Brandau em 20 junho 2018 às 19:30 — 2 Comentários

* De Olhos Fechados *

Tem esse caminhar um sabor de eternidade,

Como o paladar do mais saboroso fruto.

Doce,

Quando em mordidas, explode o néctar mais puro da verdade.

A verdade desse amor que sem tradução,

Revolve o peito e se instala.

Calado.

Os…

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Adicionado por Angela Regina Lazzari em 20 junho 2018 às 13:06 — Sem comentários

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