Lu Barreiro
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Como chegou à Casa da Poesia?
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E num dia de fúria e inconformismo, ela abriu um aplicativo e se esqueceu dele. Ela estava puta!
E havia um contatinho! Interessante o contatinho, que, horas depois de descobrir algumas afinidades, ela acreditou em seu feeling, e se encontraram na casa dela mesmo. À uma da manhã!
Poderia ser um contatinho de momento, mas foi uma madrugada incrível e eles foram se descobrindo e evoluindo tanto que hoje são exatos quinze dias dormindo juntos! Um período de férias, de desligamentos, de desconexão com o mundo, de conexão dela com o eu interior dela... e permissão! Ela se permitiu!
Ela soube muito dele, se conectou tanto com sua descontração, sua história de vida, seus “causos” todos e foi o aceitando e o querendo em seu ninho, em seu refúgio, em sua mais íntima intimidade!
E ela “A Ostra”! A ostra de sempre, que camufla, que esconde, não abre até que tenha certeza de que a conheçam exatamente como é e como pensa, e como lida com a vida, de onde veio, da sua caminhada, que tipo de pessoa se tornou, e quem é exatamente Ela! Ela não admite mais julgamentos infundados, e por convicção!
Ela deu a ele tempo, tempo de sentí-la, de conhecê-la, de entender como ela funciona! Mas não deu a ele abertura suficiente, o mundo sabe que não! Não conheceu sua história pq não era um momento de pesos!
O que importa, na verdade, não é isso! O que importa é o que viveram!
Muito bate-papo, muita história, confissões, revelações, uma coleção de garrafas e rótulos que regaram todos os momentos, e as várias sessões de fumaça branca pra celebrar a liberdade de se ser e de se pensar!
Muitas gargalhadas, mas muitas! Muitas conclusões! Muitos aconselhamentos! Muitos momentos musicais de diferentes estilos! Filminhos! Enfim... tempo!
Ele eclético com veia sertaneja! Ela eclética com veia rock’n roll! Ele tem menino, ela tem menina! Ele separado e sem dramas, ela no ápice de ser bem resolvida! Ele de áries, ela é de touro! Ele de exatas, ela de humanas! Cantaram e brindaram todas as alegrias e taças!
Bagunças intermináveis na cozinha com comidinhas boas que lhe tiraram da eterna dieta. E ele a quis desafiar no fogão! Ah não! Ele também manda bem! Outra afinidade!
Às vezes houve silêncios, e até estes foram agradáveis!
Acima de tudo houve respeito, há ainda! Sempre haverá! Ela acha que este é o fator de maior relevância em qualquer tipo de relacionamento. Isso não tem preço!
Agora ela é fã dele! Ela o admira! Pra ela, ele é um cara batalhador, daqueles de dar a volta por cima de tudo com sorriso no rosto sempre! Que tem uma vivência fudida, e que às vezes é tão atrapalhado quanto ela!
E teve o sexo, que foi de cara! Ela nem se deu ao trabalho de pensar a respeito... E o sexo foi incrível! Literalmente foda! Mas não pelo ato em si, que já é um momento de êxtase absoluta, mesmo não sendo dos melhores... Mas este não foi o caso! Foi muita conexão, muito tesão, afinidade e entrega!
Ele se conectou a ela, ele se encaixou nela, no corpo dela, na vida dela, entre momentos únicos e orgasmos fortes, constantes e incontáveis! Total entrega!
Zero expectativa, ela acredita que foi o que houve. Permitiram-se conhecer um ao outro sem pensar em qualquer outra situação!
E ele coroou as férias dela com seu bom humor, intensidade, inteligência, espontaneidade, com uma bossa inconfundível, promovendo um clima de “dedicação” (como ele disse que era...) que pouco se vê no mercado.
Ele é um Don Juan de primeiríssima linha, pq se propõe a entregar o que a maioria dos homens comuns morrem de medo de fazê-lo! Momento! E ela sabe disso tudo!
E foram incontáveis questionamentos dele sobre o que ele era pra ela. Um dia ela o definiu, mas foi muito errada e precoce a definição! P.A. não o representa!
Não é só amigo, não é só sexo, não é só amigo de sexo, não! Não é só uma coisa só!
Pra ela, ele é único e específico!
O Jay, é uma complexa definição em um simples monossílabo, mas por ter um conjunto de significados que seria injusto uma definição só, um rótulo, um tema só! Sem esquecer do “Comendador”, do “Zé”, do “Zé Alfredo”! Quase Fernando Pessoa!
Ela sempre escreveu sobre levezas, do quão julga fundamental serem leves as relações! Constatou leveza nele, na forma dele viver, na forma como se permite relacionar-se! E de como se relacionam qdo estão juntos! Encontrou leveza nele e neles!
Quando se vive em maturidade, em plenitude, quando se encontra poesia nos pequenos gestos, quando se permite viver o que se tem vontade de viver, quando se neutraliza todos os medos que impedem que relações sejam simples e “leves” relações, e não mutações de grandes problemas, é possível que se encontre respostas pra tantas perguntas da vida moderna!
Enfim... pra ela, falar dele é falar de uma alma de princípios afins com os dela! Um espírito bom e livre! Ela nem tentou fazer um levantamento ou planilhamento, mas sentiu que sabe que é quase como falar dela mesma! Falar dele é falar de gratidão! De beleza, de atitudes, de companheirismo, de “tamo junto”, de reciprocidade...
Ela é muito grata a ele por ter colorido esses seus dias! Ela sabe que agregou muita coisa e que pintou algo nos dias dele também!
Ele tem um lugar de destaque na vida dela por tudo o que é! Simplicidade! Aquilo de que menos é mais! Não é apenas um estereótipo físico sem conteúdo algum, não! Essas características que o definem, a definem tb!
Não é só sobre ele gostar do que ela gosta, é lê-la, escaneá-la! É ser o que ela é!

Blog de Lu Barreiro

Sem Make

Postado em 2 outubro 2017 às 2:00 0 Comentários

Porque faz tempo que venho tentando elaborar psicopatia e sociopatia.

A maternidade não me dá o direito de julgamentos, mas me deu uma maturidade de discorrer sobre assuntos dos quais jamais observaria se não fosse mãe!

Conviver com crianças me veio provar que existe maldade nas atitudes infantis. Até porque já fui criança, e alvo de bullying como tantas da minha e de outras gerações.

E tenho propriedade em dizer que a maldade nasce junto com o elemento. E em idade tão tenra…

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Sobre Um Sábado Comum

Postado em 30 setembro 2017 às 21:00 0 Comentários

Constatações

Postado em 18 setembro 2017 às 20:43 0 Comentários

E depois de tanto refletir sobre o comportamento dos medíocres, hoje encontrei duas definições:
1 "Você pode sair da pobreza, o difícil é a pobreza sair de você!"
2 "Pobre é assim: nunca come melado e quando come se lambuza."
Pior... lambuza até não poder mais!
Jamais faria na casa da pessoa o que ela faz na minha!
*Minha definição de pobreza não está relacionada à falta de dinheiro, e sim de princípios morais e de caráter!

LuBarreiro

Amores Modernos

Postado em 30 agosto 2017 às 18:00 0 Comentários

Definitivamente perdi a fé no ser humano! Todo e qualquer!

Procuro respostas pra atitudes infundadas o tempo todo.

Por que gerar expectativas em outra pessoa se sabe que não estará disponível?

Por que quando mudamos de idéia, não somos claros com o envolvido?

Todo mundo muda de idéia, não expor ao interlocutor? Por qual motivo?

Por que não agir com clareza diante…
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