Instantes de liberdade.

Na metáfora do dia, vejo o vento, sinto o sol.
A onda incansável. Meus pés caminhantes.
Meus olhos atentos. Visão contente.
Passantes, onde um lugar se torna totalmente democrático.
As pessoas com pouca roupa bem improvável saber se de grife famosa ou se de alguma confecção de fundo de quintal. Isto me deixa leve o olhar.
Percebo como observadora do cotidiano, que a jovem senhora aprende a lidar com a recente prótese de silicone no peito. Mal disfarçada percebo que se olha e se toca mais vezes do que gostaria. Está de biquíni novo, eu acho.
Passa por mim um casal bombadaço. O bíceps do cara tem a circunferência da coxa. A moça com a bunda empinada o abdômen sarado. Muitos suores de academia, com certeza.
Passeia vagarosamente o casal que tem notadamente diferença de idade.
Casal de gays caminham ainda entre afetuosos e discretos.
Crianças descobrindo o mar. Gritinhos de puro prazer.
Papais fotografando seus pequenos orgulhosamente para memórias ou postagens.
Muitos selfies.
Em tempos atuais, um pequeno retrato da fauna urbana na praia.
De bom mesmo sinto a liberdade do anonimato e a alegria do não julgamento pelo traje. Afinal quase todos com poucos trajes.
Amo este lugar que por instantes me dá ideia de livre aceitação da diversidade.

By MLK

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Essa diversidade é que nos dá a real beleza existente em nosso mundo! Parabéns pelo texto! Bjos.

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