Na Cidade as coisas acontecem..., independentemente do observador. Na ciência não, depende do observador. Diz a ciência que a realidade não é estática. Diz a Física quântica, que a realidade independe do observador. Que loucura! Viver é ser observador. E observar as realidades físicas e as injustiças na vida e da vida. Realidades acontecem na cidade, e certamente na vida viram histórias...; independentemente dos observadores ou, pelos observados; ou, tão somente por quem observa! Certa vez, próximo ao Fórum João Mendes, em São Paulo, onde a correria é de Terno e Gravata e lindas e bem vestidas Mulheres, algumas, Advogadas, presenciamos um fato e um observador: a chuva chegou sem avisar e buscamos abrigo em um Bar Restaurante e havia um Morador de Rua, (que apesar de não poder se abrigar como todos), ao abrigo da marquise, "ria as escancaras e gritava: “...não tem Rei, não tem Rainha”!... quando a chuva vêm, molha todo mundo! Rrrsss". Assim era a chuva caindo, ... assim era o povo se escondendo de uma realidade física e científica; de outro lado, uma realidade não observada de um observador não observado por uma realidade injusta e urbana. Um observador qualquer, a física observada e o homem à mercê da sua sorte. Assim são as histórias da Cidade... Acabam todos molhados. Risos e xingos..., indiferentemente do que é científico! Do que é injusto! Vivendo e observando... Até quando?
Lineu Mattos

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