Meu tempo...

Hoje sei que esquecer o tempo é negar o presente. É perder a memória. E hoje sei por quê? Por que nada afasta as saudades, aqui, agora. Ainda sei sobre as coisas que posso lembrar. Posso voltar em pensamentos a lugares do passado e reencontrar saudosas lembranças. Mas sei também que os cabelos longos já não são mais os mesmos. Ficaram em fotos de algum lugar. Calças apertadas também. Lugares que tiveram modas, tipo Topeka.
Alguém teve uma Topeka?
Um Blusão Calhambeque?
Ouviu Bossa nova;
Curtiu “Revolution” dos Beatles...
Estive acampado. Andei pela vida. De óculos redondos e Lentes azuis de esperança. Ingênuo. Pulei espaços. Namorei esperanças. Curti cada amigo, cada lugar... Cada romance e um beijo para sonhar...
De filmes e política eu nada sabia.
Ainda não sei...
Dr. Jivago, histórias da guerra fria...
Depois as novelas, livros, leituras...
Formaturas!
Vi-me, percebi-me, sou de um tempo, passado.
Depois abriram meu coração. Quase o tempo me nega mais vida.
Hoje faço algumas poesias!
Sou grato a Deus e à Casa da Poesia

Lineu Mattos

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