“Santo Agostinho" diz que “O Amor é a ausência do mal".
Então é provável que o amor esteja presente em nossas vidas.
Mas as vezes parece que não.
Parece que não é o que aparece no que acontece nesse nosso tempo tão difícil.
Enquanto falo sobre o amor o mau acontece em algum lugar ou em vários lugares do mundo.
É fato que o tempo muda a vida da gente e parece certo que a vida com o tempo muda a forma da gente pensar.
Então seria certo concluir que a gente tem um tempo certo para pensar e sendo o Amor eterno; segundo Salamargo, o tempo de a gente amar ainda não chegou...
Inegável, pois, que é o Amor que rega e eleva a vida, ainda que não estejamos prontos e vivendo o seu tempo, mas, ainda dando crédito à permanência do mau.
Mas pense algo possível: amar. Afastar-se das disputas pelas disputas negando a existência do mau. Do contrário, veja o resultado do desamor que graça por aí...
Gerando insegura. Intolerância. Desafetos...
Até quando? Como dar solução a tudo isso?
A desavença dos desavisados é que destrói a tempo, o tempo e a forma do construir qualquer forma de amar. Desarmar o mau da forma de olhar é um caminho. Falar mais sobre o amor é um instrumento da paz.
Demonstrar o valor da atenção e da cooperação entre as pessoas do bem é uma forma de solução do caos.
E assim é que quem ama serve, se eleva. Se constrói. Saber, que se ama, é realmente difícil. Responder é fácil. Desarmonizar tem sido usual. Já, corresponder, é um indício da percepção e de que os novos tempos do amar está próximo.
O outro passo é a virtude e a percepção do que significa amar. É algo que não tem conta de mais ou menos; não dá para saber sobre como se faz para amar de verdade. Olha-se e ama-se.
Desarmonizar, a esse tempo, parece ser o caminho para a construção do remorso que persegue o desassossego que é a quem não enxerga nenhuma das formas do amor que em tudo está...
Assim é o Amor. É amor e pronto. Basta enxerga-lo. Basta compartilhá-lo.
Fazer por amor a ausência do Mau!
Quem sabe um novo tempo está por vir!

“Perguntei à terra, ao mar, à profundeza e, entre os animais, às criaturas que rastejam, Perguntei aos ventos que sopram
e aos seres que o mar encerra.
Perguntei aos céus, ao sol, à lua e às estrelas
e a todas as criaturas à volta da minha carne:
Minha pergunta era o olhar que eu lhes lançava
Sua resposta era a sua beleza.”
Santo Agostinho




Lineu Mattos

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