À beira dos meus sonhos
Imagino a beleza deste mundo
Imagino que querer é Poder
Volto-me, contemplo o oceano.
Ondas macias acariciam o horizonte
É como perceber o quanto é possível ao horizonte e ao sol tocarem o mar
Perceber que a distância afasta, mas não impede de se ver, de se querer.
Assim como ao longe é o azul do céu que se cobre de nuvens
É o mar que responde ondulando suas ondas para que quebrem o silêncio dos dias
É o sol que comanda o vento, trás calor, levanta a onda para quebrar na areia.
É ao querer que cabe dosar a esperança e as distantes distâncias...
E eu, imerso em sonhos, mortal, ainda duvido das realidades...
E o quanto seria possível a um coração esquecer, amar e perdoar ao mesmo tempo, sem querer...
Perto de mil, uma gaivota voa...
Remeto em suas asas uma esperança: que leve querer ao olhar de quem não ama
Sei então que o colorido do céu não se apaga, tampouco o amor de quem quer amar.
Eles não se modificam porque a tristeza nega-se a contemplá-los
Ele é o céu! Se quiser, ali se enxerga em azul...
E assim a gaivota faz o seu vôo e volta perto de mim; e grita...
À beira dos meus sonhos acordo
Imagino o quanto é possível ao horizonte e ao sol tocarem o mar
O quanto é possível querer
O quanto é possível amar... em vida!

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p>Lineu Mattos

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