Sob os pés há um caminho.
Sob a pedra, há unidade.
Há vida.
Há um Sapo, sábio.
Há também curiosidades.
Coisas que não se mexem.
Coisas que se brotam, a seu tempo.
Como o Sapo que dali nos olha e solta a língua.
Como o fruto, que a seu tempo Dora.
Como os que vão a seu tempo ao chão para transformarem-se em vida.
Desde a árvore da sabedoria.
Até a vil crença das diferenças.
Foi Isso que me disse o Sapo.
Quando eu, distraído.
Tropecei na Pedra por onde ando vivendo a vida.
Lá onde o Sapo também mora.
Onde o acaso, me disse ele, não é por acaso...

Lineu Mattos

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