“Oi Cara! Vc está sumido. Tá td bem? É...”
O que dizer sobre a amizade? E sobre a ausência de um Amigo?
Sobre amizades o que dizem é que entre amigos não há ausências! Pois é! É mesmo o máximo você ouvir de um amigo: “Oi Cara! Vc está sumido. Tá td bem? É...” E eu acho mesmo o máximo quando um amigo te dá um toque destes... Ainda que quase sempre, estar sumido não quer dizer ausente... Há sempre a esperança da presença de um amigo, cobrando a nossa presença... Haverá sempre uma oportunidade para o toque e a presença, ainda que distantes... E assim a “Presença” de um amigo será sempre divina! E é por isso que os toques entre amigos fortalecem amizades, geram felizes encontros... Devem ser estimulados. O que sempre será uma "presença"... Afinal de contas dispensar atenção às amizades é sempre bom. “Assim é que se pode entender que não há ausências entre os amigos.” Só há presenças, pois, tudo é e acontece a seu tempo e presença... Até para o toque! Tudo em seu espaço. Compreende-se então quando Einstein disse que tudo é relativo. Que só Deus é absoluto! Einstein assim concluiu! Eu também concluo! rrss. “Onde há existência, há de haver presenças...” E a cada instante, o seu fim. Por isso invento aqui este texto porque “quero agradecer ao meu amigo Renato que a seu tempo me deu este “toque”: “Oi Cara! Vc está sumido. Tá td bem? É... “. E ele saberá que estou escrevendo para agradecer a tempo: Obrigado meu amigo Renato! Nesta oportunidade agradeço ainda a todas as minhas amizades... Pelo tempo que já se foi... Pelo tempo que há de vir... Por eventuais ausências, suas ou minhas... Ontem já era. E o amanhã, ainda não há! Hoje, sei que estou aqui, presente! Então concluo, que enquanto presente, terei sempre divinas amizades "e presenças"! Dê-se Graças a Deus! Viva-se a Vida! Viva as amizades! Tudo há a seu tempo (Eclesiastes.3,...). Nunca seremos ausentes. É que o espaço é que espaça o presente, mas não o nosso tempo, penso. Quando estou, sou ouvinte. Se estiveste presente, sei que fui teu ouvinte. Curti a cada manifestação. Sorri a cada sorriso; estimulei a cada estímulo. Dos amigos e daqueles que fazem a diferença em nossas vidas. Por isso é que gosto do que vejo; por isso é que gosto do que gosto: a amizade de quem conheço. Meu Neto, Murilo, recentemente, aos cinco anos, me disse: “Vô eu gosto de todo mundo: Só não gosto, de quem eu não conheço, e dos “bandidos...” Crianças! Maravilhosas! É isso! Sempre em razão da presença. Tudo há a seu tempo. Só o que passou é que não dá mais tempo; senão o tempo de recordar que se de ontem pra hoje houve um tempo foi o que me levou a pensar nas boas amizades e me estimular a escrever para aqueles que pela presença os temos por perto, para curtir e compartilhar nossos espaços e nossos futuros tempos. Justos e fraternos. Essas atitudes serão sempre de grandes possibilidades e ganhos comuns. Resta apenas dizer-lhes que amigos não se ausentam. Encontram-se e se reencontram... É interessante que é por meio de amigos que se conhecem amigos. No início, são apenas indivíduos. Depois da primeira conversa e da primeira leitura: uma pessoa conhecida. Depois: "amigos" de amigos de amizades admiráveis! Que se expressam no mundo, visível e invisível. Amizades que são verdadeiras poesias. Que são contos vivos. Sempre e sempre, diante das possibilidades de novos encontros e novos amigos para muitas conversas e muitas alegrias...
Um abraço!

Lineu Mattos

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Muito bom! Enquanto vivos, nunca ausentes e mesmo mortos, nas lembranças presentes.
Um abraço!

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