Penso, logo, me irrito!
Rrrrs
Mas é certo que crio pensamentos e ele vai e me leva consigo em possibilidades. Que coisa incrível é pensar! Binário em tudo! Dúbios entendimentos! Maravilhas a observar! Posso somar; multiplicar; diminuir; dividir; observar o quanto sou observado pelo que eu calculo; pelo que eu decido. Posso imaginar, posso criar, posso iniciar, posso fazer, posso não fazer, posso construir, posso andar, posso voltar, posso enraivecer, posso odiar, posso omitir, posso causar, posso amar, posso ficar triste, posso ficar contente, posso confortar, posso acalmar, posso agradar, posso não agradar... Posso viajar em pensamentos! Posso só olhar! Ninguém me irrita, seu eu não quiser! Imponderável saber o que posso e o que não devo pensar. Dizem que se pode mais, sempre! E aonde esses pensamentos vão, levam, me conduzem a um ir e vir, basta eu querer. Quando traduzidos em palavras podem tornar-se escritos e aí não sei mais aonde eles irão parar ou a quem irão influenciar... Assim são os contos; as crônicas; as poesias. A História. Observar isso é muito interessante. Diz o ditado popular: "Para bom entendedor, meia palavra basta..." Porém, ainda que atento a entender sinais nem sempre é fácil compreender. Como na literatura; no estudo da língua mãe. Na natureza... Compreender o aramaico que falam por aí... Latidos e coices. Mesmo em leitura atenta, significados passam. Significantes, confundem. Não se percebe. Só depois, em nova releitura é que se compreendem novos entendimentos. Novas surpresas. Novas observações não observadas. Penso então nas informações bruxas, enganosas. Penso o quanto erro nas avaliações. Penso nos paradigmas do fuso horário: Quando se vai num sentido, se atrasa; Quando em sentido oposto ao atraso, se avança. Parece que há um relógio do tempo. Nos espaços, opostos. O fuso horário é como poder viver um tempo no passado ou poder viver um tempo no futuro. Que coisa incrível, a observar. Quando releio, vejo coisas novas; quando viajo o tempo me leva pra lá ou pra cá do momento de onde eu estava parado. Na dúvida, sei que não devo ultrapassar: “lembro o que diz o Código de Trânsito". E eu aqui pensando: “em qual direção"? Qual o lado? O que eu ainda não entendi? Qual a direção no espaço? Qual a decisão no tempo? É a minha ou a do acaso? Ventos? Ou Tempestades? Cabem a Deus ou à razão? Aí lembro e observo a letra da música: "o acaso vai me proteger, enquanto eu, andar distraído..." (Epitáfio: Titãs).

Então, ando distraído, enquanto penso...

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Verdade! Que o acaso nos proteja!
Bjs

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