Quinta-feira, recebo, um recado no celular de um jovem corajoso que faz um belíssimo trabalho com adolescentes, um projeto que abraça a música, o teatro e outras atividades:- Faremos uma comemoração para as mães e gostaria que, se fosse possível, a senhora escrevesse um poema em homenagem às mães, daqueles que emocionam e fazem chorar. Respondi: -Tudo bem, farei o poema. Na verdade prefiro os poemas que fazem as mães sorrirem. Porém, como haveria também um público juvenil, escrevi:

Amor eterno

Falar de Mãe,
é falar de um amor tão grande que não se mede,
tão infinito que não se alcança,
tão complexo que não se entende.
Amor que cuida com zelo, dia e noite, noite e dia;
que divide o pão muitas vezes ficando de fora dessa divisão;
amor que não dorme enquanto o filho não chega;
que chora quando lhe falta o básico:
respeito, carinho e atenção.
Falar de Mãe é desejar que o tempo não passe
Que bom seria se Mãe fosse eterna.
Mas o tempo passa depressa demais
deixando marcas em seu rosto,
minando suas forças,
encurvando o seu corpo.
Por isso, não devemos perder jamais
uma única oportunidade de dizer
olhando em seus olhos:
-Mãe, eu te amo
Deixe que te abrace tão forte
como se assim, segurasse o tempo.
Mas sei, um dia serás apenas saudade
Mas os teus ensinamentos, Mãe, o teu amor
Serão eternos.

Zezinha Lins

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